O Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao SUS de um novo medicamento injetável contra obesidade, que mostrou redução média de 22% do peso corporal nos estudos clínicos. O tratamento, que antes custava até R$2.000 por mês no setor privado, passa a ser gratuito para pacientes com indicação médica.
A decisão beneficia diretamente cerca de 40 milhões de brasileiros com obesidade grave, condição associada a doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos. A incorporação seguiu recomendação da Conitec após análise de custo-efetividade.
Endocrinologistas e nutricionistas celebram a decisão, mas reforçam que o medicamento é uma ferramenta complementar ao tratamento, que deve incluir mudanças de estilo de vida, acompanhamento psicológico e atividade física regular.


