Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas identificaram compostos em uma planta da floresta amazônica que demonstraram efeito antidepressivo significativo em testes clínicos, com melhora dos sintomas em apenas sete dias — tempo muito menor que os antidepressivos convencionais, que levam de três a seis semanas para fazer efeito.
A planta, conhecida pelos povos indígenas da região há séculos, contém moléculas que atuam em múltiplos receptores cerebrais simultaneamente, explicando a rapidez e a eficácia do tratamento. Os compostos mostraram poucos efeitos colaterais nos testes realizados.
A descoberta pode abrir uma nova fronteira no tratamento da depressão, que afeta 300 milhões de pessoas no mundo. Os pesquisadores já patentearam a tecnologia e buscam parceiros farmacêuticos para desenvolver um medicamento baseado nos compostos identificados.


