O Brasil se consolidou como o maior ecossistema de fintechs da América Latina e um dos mais inovadores do mundo. Com mais de 1.400 empresas de tecnologia financeira ativas, o país lidera rankings globais em adoção do Pix, open banking e crédito digital.
O Pix que revolucionou tudo
O Pix completou quatro anos e se tornou o sistema de pagamentos instantâneos mais usado no mundo em proporção à população. São mais de 160 milhões de usuários, 4 bilhões de transações por mês e R$ 3 trilhões movimentados anualmente. Países como Índia, México e vários europeus estudam o modelo brasileiro para replicar.
“O Pix foi o maior salto de inclusão financeira que o Brasil já teve. Em dois anos fez o que o sistema bancário não conseguiu em décadas”, destacou o presidente do Banco Central em fórum internacional.
O ecossistema que cresceu
Nubank, Inter, C6 Bank e PicPay são apenas os nomes mais conhecidos de um ecossistema que inclui fintechs de crédito rural, seguros, investimentos e crédito para pequenas empresas. As fintechs de crédito já respondem por 18% de todos os empréstimos pessoais do país.
O modelo que o mundo quer copiar
Delegações de mais de 30 países visitaram o Banco Central do Brasil nos últimos dois anos para entender o modelo regulatório que permitiu essa explosão de inovação. A chave, segundo especialistas, foi a combinação de regulação clara com liberdade para inovar — o chamado “sandbox regulatório” brasileiro.


