Pesquisadores da Universidade Federal do Pará fizeram uma descoberta que está reescrevendo a história da América do Sul. Vestígios de uma civilização amazônica com mais de 3.000 anos foram encontrados em uma área de floresta densa, revelando que a Amazônia abrigou sociedades muito mais complexas do que se imaginava.
O que foi encontrado?
A expedição descobriu estruturas de terra artificialmente modeladas — os chamados “geoglifos” — com geometria precisa, além de cerâmicas refinadas, ferramentas de pedra e evidências de sistemas de agricultura avançados. A área coberta pelas estruturas é maior que a cidade de Belém.
A importância da descoberta
Até recentemente, a ciência acreditava que a Amazônia era habitada apenas por pequenos grupos nômades antes da colonização europeia. Esta descoberta comprova que a floresta abrigou civilizações densas e sofisticadas, com conhecimento profundo de botânica, astronomia e engenharia.
- Geoglifos com mais de 3.000 anos de antiguidade
- Área maior que a cidade de Belém
- Evidências de agricultura avançada e astronomia
- Descoberta publicada na revista Nature
O que acontece agora?
O governo federal anunciou a criação de uma reserva arqueológica para proteger o sítio e viabilizar futuras pesquisas. A descoberta também reforça os argumentos para a proteção da floresta amazônica.


