Uma economista brasileira de 54 anos foi eleita presidente do Banco Mundial, tornando-se a primeira pessoa da América Latina e a segunda mulher a ocupar o cargo na história da instituição. A nomeação representa um marco histórico para o Brasil e para toda a região, e é considerada a maior conquista diplomática do país em décadas.
Quem é a nova presidente?
Com uma trajetória de mais de 30 anos em economia do desenvolvimento, a economista brasileira se destacou por seu trabalho em redução da pobreza, inclusão financeira e desenvolvimento sustentável. Antes de ser indicada pelo governo brasileiro, foi diretora do FMI e professora em universidades de prestígio nos EUA e Europa.
O que muda com essa nomeação?
Especialistas apontam que a nova presidente deverá dar mais ênfase a projetos de combate à desigualdade e à crise climática, especialmente em países em desenvolvimento. “O Sul Global finalmente tem uma voz no comando das maiores instituições financeiras internacionais”, avaliou um economista da FGV.
- 1ª latino-americana a presidir o Banco Mundial
- 2ª mulher na história da instituição
- Especialista em redução da pobreza e inclusão financeira
- Mandato de 5 anos a partir de janeiro de 2027
A reação do Brasil
O presidente da República recebeu a notícia com entusiasmo e declarou ser “um dia histórico para o Brasil e para o Sul Global”. Manifestações de parabéns chegaram de líderes de todos os continentes.


